{"id":1175,"date":"2013-04-17T10:58:43","date_gmt":"2013-04-17T10:58:43","guid":{"rendered":"http:\/\/legal-property.com\/?p=1175"},"modified":"2013-04-18T10:14:30","modified_gmt":"2013-04-18T10:14:30","slug":"seguros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/legal-property.com\/pt-pt\/imoveis-geral\/seguros\/","title":{"rendered":"Seguros"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos dias de hoje, os contratos de seguro, sejam eles obrigat\u00f3rios por Lei ou de contrata\u00e7\u00e3o facultativa, s\u00e3o elementos fundamentais ao equil\u00edbrio da vida nas sociedades modernas. Sem seguros, in\u00fameros setores da economia nacional e mundial n\u00e3o funcionariam. A ind\u00fastria seguradora oferece prote\u00e7\u00e3o contra diversos e in\u00fameros riscos (climat\u00e9ricos, tecnol\u00f3gicos, pol\u00edticos, entre outros), permitindo o desenvolvimento, investimento e inova\u00e7\u00e3o das empresas (atrav\u00e9s das suas opera\u00e7\u00f5es) e que as pessoas vivam o seu quotidiano mais serenamente.<\/p>\n<p>No entanto, a rela\u00e7\u00e3o entre seguradores e segurados nem sempre foi pac\u00edfica, nem os seus distintos pap\u00e9is devidamente compreendidos pelas diferentes partes intervenientes na celebra\u00e7\u00e3o de um contrato de seguro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>No\u00e7\u00f5es e Informa\u00e7\u00f5es B\u00e1sicas<\/strong><\/p>\n<p>O contrato de seguro \u00e9 uma transfer\u00eancia de risco, ou seja, em troca de um determinado montante (pr\u00e9mio de seguro) s\u00e3o transferidos os riscos de perdas financeiras e\/ou n\u00e3o financeiras provocadas por eventos espec\u00edficos, mas imprevis\u00edveis, de um indiv\u00edduo ou empresa para uma seguradora.<\/p>\n<p>O contrato de seguro possui, igualmente, um princ\u00edpio de mutualiza\u00e7\u00e3o do risco, ou seja, permite a divis\u00e3o das eventuais perdas pelo universo de tomadores de seguro (ou vulgarmente conhecidos como segurados). Individualmente, seria praticamente incomport\u00e1vel o pagamento do pr\u00e9mio de seguro pelo risco de uma perda, pelo que este princ\u00edpio de solidariedade entre segurados permitir\u00e1 a obten\u00e7\u00e3o de um pr\u00e9mio m\u00e9dio de seguro mais baixo para todos, uma vez que apenas um pequeno n\u00famero de elementos do grupo sofrer\u00e1 um preju\u00edzo. Assim, este mecanismo de transfer\u00eancia de risco baseado na mutualiza\u00e7\u00e3o e existente nos contratos de seguro, permitir\u00e1 que as perdas de poucos sejam pagas pelos pr\u00e9mios de muitos, reduzindo exponencialmente o pr\u00e9mio m\u00e9dio para todos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o do risco pelas seguradoras<\/strong><\/p>\n<p>Cada tomador de seguro, seja ele pessoa singular ou coletiva, apresenta um n\u00edvel distinto de risco para as seguradoras. Deste modo e para que cada segurado pague o pr\u00e9mio justo e adequado ao perfil de risco apresentado, as seguradoras recorrem a diversos fatores de tarifa\u00e7\u00e3o (ou seja, c\u00e1lculo do pr\u00e9mio) que permitam definir o correto n\u00edvel de risco para o que \u00e9 desejado pelo cliente. A t\u00edtulo de exemplo, uma casa de madeira apresenta um risco de inc\u00eandio mais elevado do que uma casa de tijolo, pelo que quanto maior o risco, maior ser\u00e1 o pr\u00e9mio de seguro a pagar pelo cliente.<\/p>\n<p>Cada seguradora tem o seu pr\u00f3prio processo de subscri\u00e7\u00e3o, pelo que cada uma delas poder\u00e1 apresentar termos e condi\u00e7\u00f5es gerais iguais para todos \u2013 os seguros s\u00e3o contratos de ades\u00e3o, pelo que os clientes, genericamente, n\u00e3o podem influenciar o clausulado dos mesmos -, mas podem os clientes customizar os seus contratos atrav\u00e9s da inclus\u00e3o ou exclus\u00e3o de determinados eventos a serem cobertos pelas ap\u00f3lices, permitindo a melhor adequa\u00e7\u00e3o do contrato \u00e0s necessidades individuais de cada entidade.<\/p>\n<p>No entanto, nenhum contrato de seguro pode infringir as disposi\u00e7\u00f5es legais para a constitui\u00e7\u00e3o do mesmo, bem como todos os termos e condi\u00e7\u00f5es gerais e especiais ter\u00e3o de ser previamente autorizados a comercializar pelo organismo oficial que supervisiona e controla a atividade seguradora no nosso pa\u00eds: o Instituto de Seguros de Portugal.<\/p>\n<p>Apesar de nem todos os riscos serem segur\u00e1veis, existem no mercado in\u00fameras solu\u00e7\u00f5es que respondem as necessidades e anseios dos clientes, bem como um n\u00famero significativo de companhias de seguros que atrav\u00e9s dos seus diferentes canais de distribui\u00e7\u00e3o (corretores de seguros, mediadores de seguros, distribui\u00e7\u00e3o direta, entre outros) devidamente certificados e identificados, oferecem solu\u00e7\u00f5es e aconselhamento profissional a todos os interessados, salvaguardando sempre os interesses e necessidades pr\u00f3prias de cada cliente.<\/p>\n<p>Sem um mercado segurador concorrencial, inovador e profissional muitos dos aspetos da nossa sociedade e economia deixariam de existir ou funcionariam de forma menos eficaz e incerta.<\/p>\n<p>Assim, se pretende adquirir um seguro para o seu autom\u00f3vel, para a sua casa ou se pretende proteger os riscos pr\u00f3prios sobre a sua vida, n\u00e3o deixe de procurar um profissional de seguros devidamente certificado, o qual ter\u00e1 todo o gosto em lhe apresentar a melhor solu\u00e7\u00e3o \u00e0 medida das suas necessidades.<\/p>\n<p>Todas estas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o dispensam a consulta das condi\u00e7\u00f5es pr\u00e9 contratuais, gerais e especiais espec\u00edficas de cada seguradora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Nos dias de hoje, os contratos de seguro, sejam eles obrigat\u00f3rios por Lei ou de contrata\u00e7\u00e3o facultativa, s\u00e3o elementos fundamentais ao equil\u00edbrio da vida nas sociedades modernas. 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